domingo, 23 de dezembro de 2012

Para LUÍZA MADALENA CABRAL I RECEITUÁRIO: Primeira dose Uma gota de amor Usar três vezes ao dia Tudo isso, com carinho e harmonia Em caso de muita dor Vai um beijo, logo alivia II A segunda dosagem é bem amarga Use como remédio eficaz Todo o meu grande amor, eis a descarga Veja se você é capaz III De usá-lo com alegria Por que toda calma aparece Todo amargor logo alivia A calma aparece Por tudo o quanto você merece

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

ÀS VEZES...

I Às vezes minha alma grita É estranha lembrança ao acaso Às vezes, de tão fortuita, já está eliminada. Outras vezes é projetada ... II às vezes esse meu grito, explode É a eterna carência de amores Às vezes ele implode Outras vezes,é recorde De todos esses penhores...

EU ARTESÃO...

No princípio... Eis que me surgiu uma ideia Magnífico não, pensar assim! Porém a força do destno Obrigava-me a ser um menino Assim... começo o meu cérebro insultar Notei que, toda minha massa encefálica que de mim se desprendia Era assim, tão brilhante, metálica Então fui desenhando, sem consultar E, sem observar meus atos Descobri que, como artesão Teria que rabiscar, sem cessar Nem ver a hora passar Martelando esta ilusão Ela é que, me fustiga de fato...

O ARTISTA, O ANCIÃO, O POETA

I Lá vem o artista... De vontade, ele sente sede Assim vai seguindo a pista Logo na tela, a sua rede Ele com vontade, alí pinta Vai elaborando cada espaço, mede Com pinceladas de tinta II Com alguns borrifos na tela, entra O poeta, que então se excita Com seu pensamento, se concenta E assim ele penetra E se inspira, na musa mais bonita... III ...no camnho, se precipita, joga tudo para o ancião Este por tudo que vê e ouve, medita Para o alto então, se agita Por cada estrofe de sua canção... IV O artista, com o coração Sente o impulso, com a cor da tinta Na força que o poeta se agita Com aquele anceio de emoção No fôlego com satisfação Por todo trabalho de quem pinta.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A FELICIDADE DE SER LIVRE

O que nos espera a vida Ao amanhecer do da, Primeiros contatos E, de forma erguida, acordar Sentir o aroma Do dia- o aroma Todo o palpitar De nossos pulsos, dá asas A alegria Cantar Donde cada um com seu estilo de vida De toda humanidade, a harmonia Um objetivo, o viver... O comer Sentir euforia Alguns vivendo livres, agradáveis Outros não podendo desfrutar Da felicidae de ser livre

NA TERRA FRIA

I De uma luz, surgiu a vida E que de tão alegre, sorrindo Vivemos nela, por um fio... II É igual a uma vela, fluindo Ela clareia, de tão límpida, Vi seguindo Se derretendo, por um simples pavio III É como a vida, um instante O esteio, o calmante Vindo do ar que se respira IV É como se fosse a vela, um fluído Que apenas clareia, sem deixar ruído E, na tumba fria expira...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

MEU AMANHECER

Acordei-me triste hoje, pensei em ti querida Pois, senti minha cama bem vazia Então, levantei a vista, fiz versos, fiquei a rabiscar Alguma coisa em forma de poesia Na minha mente, tinha algo de formado Como se fosse, qualquer coisa que assim me dizia "Vens me buscar" Então te procurei, senti a mente ofuscar É que eu ali não sabia Que balbuciando, rabiscando tinha comigo uma fantasia Mesmo asssim fiz todo aquele verso Revirei o papel pelo avesso Mas não te encotrei, poisSomente estavas naquela poesia..

A BOLA SETE

I De repente a bola sete Muito fogo, muito confete Um tablado, uma mesa Ai não existe tristeza II Lá fora, muita folia Um palhaço numa mula preta Em regozijo, fazendo careta Segue em desfile, levando alegria III No recinto, uma caçapa Um tablado, um verde sobre a mesa Numa tacada, uma bola escapa Sob um foco de luz bem acesa... IV É carnaval... lá fora alegria e graça O palhaço se movimenta Anima a festa com jaça Logo, todo povo, todo ambiente, esquenta V No recinto, o jogo, o tablado, bolas espalhadas Que dispostas, lado a lado Elas ali bem engajadas Torna o ambiente viciado VI Na festa, uma trombeta O carnaval vai deixando barulho O palhaço arrasta a mula preta Vi deixando para trás aquele entulho... VII É que durante a noite por inteiro Todo restante do local só frieza O taco na penumbra, sobre a mesa Ali fica mergulhado, todo na poeira VIII E no regozijo da festa agora Em todo recinto, a luz fora apagada Puxa... é chegada a madrugada Vai deixando o palhaço todo desconsolado.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O ESPELHO QUEBRADO

I Você espelho, como um vulto Que aparece, e beija esta minha face É como um disfarce Que fica, como masara, bem oculto II Já em minha frente se esconde Torna-se culto, Eu sei, e em absoluto Somente articula, não responde III Perturbado, num fantástico - mundo, Fiquei estático Ao lhe tocar com força caia E, num estardalhaço Toda minha imagem dali sumia IV Como era de vidro, ficou esfacelado Se tornou estilhaço Agora todo aquele espaço, O que restou do traçado Pois, àquela forma,pela qual estava eu envolvido Quebrado é colorido Que sob o sol já se transforma V O que ele era, E a imagem respondia Um simples objeto postado Que, dentro de uma madeira escondido. Ocultava e escondia O meu rosto todo desfeito VI Ele de cada faceta reluzente Agora sob a luz do sol ardente Já é objeto perdido

PENSAMENTOS - A CAPACIDADE

Esta armazenada em nosso tálamo, e envolvida em todo complexo de nosso ser,nos elevara ou no rebaixará ao ponto máximo.Ele que obedientes aos nossos desejos, poderemos fazer tanto o bem como o mal, dependendo de nosso caráter, de nosso projeto de vida.
A FORÇA ESPIRITUAL Quando a força espiritual estiver presente entre nós, la nos indicará o caminho o qual poderemos seguir, para atingirmos nossos objetivos.Ela que oculta em cada um de nós, pode está articulada por uma barreira que nos leva ao exterior, então ela deverá ser desarticulada, e que também devera ser externada, afim de podermos conseguir um espírito honrado e dignificado.
MORTE I Metade de um pensamento, que nos deixa Orquestra que não mais soa, nos nossos ouvidos Riqueza que foi perdida e, Tolhida pelo destino Em apenas sete palmas de largura... Esta metade, foi a vida lograda A orquestra que não mais soa com o mesmo ritmo A riqueza, foi aquilo que nos deixou Sozinhos, tristes, pobre de espírito E, disperso no espaço, teremos que pedir a Deus, Um novo espírito Que irá repercutir Na fé na Sua Altíssima bondade E, um espaço, para assim chegarmos lá, Algum dia.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Sublime é aquele que nasce com o espírito de sentir o que seja a vida. São digo eu: quatro ltrinhas tão sublimes, geradas tão docemente, dentro de um ambiente digno de ser originário, mas sempre sujeitas a aberrações. Primeiro - v- VADIOS, VERMES, VOCIFERANTES, Mas virgens, vates, vivificantes, eis tudo o que possamos ser, só com essa letra. I- Inconscientes, investidores, inusitados, inebientes ou ainda inconstantes. D- Divinos, doidivanas, desajuizados, porém dedicados a tudo que nos diz respeito. A- Agressivos, assassinos, assistentes, amáveis, enfim, Amém.