quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O ARTISTA, O ANCIÃO, O POETA

I Lá vem o artista... De vontade, ele sente sede Assim vai seguindo a pista Logo na tela, a sua rede Ele com vontade, alí pinta Vai elaborando cada espaço, mede Com pinceladas de tinta II Com alguns borrifos na tela, entra O poeta, que então se excita Com seu pensamento, se concenta E assim ele penetra E se inspira, na musa mais bonita... III ...no camnho, se precipita, joga tudo para o ancião Este por tudo que vê e ouve, medita Para o alto então, se agita Por cada estrofe de sua canção... IV O artista, com o coração Sente o impulso, com a cor da tinta Na força que o poeta se agita Com aquele anceio de emoção No fôlego com satisfação Por todo trabalho de quem pinta.

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