segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

CRÔNICAS - O CONSOLO, O RESULTADO, PROTEÇÃO, IMAGEM, A RECORDAÇÃO

     No palco discursa o orador, na natureza, balouça a folha da palma, onde a formiga caminha sem cessar, ai reina um consolo, porque, já se sabe que tudo isso é apenas uma passagem, e o resultado está plantado , donde seu destino será o encontro com o Criador.
    Mas temos como proteção, está a força de podermos comportar uma riqueza doada pela graça do Senhor, o nascimento, a sobrevivência.
    O resultado fica explícito em cada ato elaborado, quer escrevendo, desenhando, ou lendo. E no repouso, sonhando mergulhado em uma grande paz.
    Trabalhando, ou mesmo improvisando os seus desejos, o ser humano vai refletindo a imagem, sob a força do âmago, este que está engajado no seu subconsciente, que prevalecerá ate um dia quando  for efetuado seu último momento aqui nesta Terra!
     Portando, temos que dar forças ao corpo, trabalhar como a formiga, sem cessar. Gritar a todo vapor usando as nossas forças que assim tivermos, porque, os momentos vem e se vão, e tudo ficará na recordação...

CRÔNICAS - A SOBREVIVÊNCIA

        Relatos de um alguém que submergiu nas águas imponentes, mas, emergiu e vive um novo

alvorescer.




        Eis a historia:
       Perto dos olhos e longe do coração, são imagens que podem serem infiltradas no âmago.

     Ver tudo, abafar em sonhos, pensar, mas ser dispensado , sentir, fustigar o espírito, projetar imagens, propor aptidões.
  Penetrou aquele ser, cujo nome tão confuso, puxa, até o nome é difícil de ser pronunciado, vejam só: Concofones.
   Mas assim mesmo, esse personagem dos mares, parou num montículo de sargaços, onde ele foi ali se mesclando, tomando as cores vede e parda como aqueles seres vegetais.

      Uma vez na praia, uma criança passou e pisou nesses sargaços. Eu, disse Melita, vou embelezar todo o meu aquário, onde lá vivem peixinhos coloridos, edrinhas
 irisantes, todas ali dando um brilhantismo ao ambiente.
      Melita tornou-se adulta, 
       Ela assim cresceu , seus sargaços e seu aquário, que possuia, já não existem mais.
     Porém aqueles sargaços ficaram alimentando s mente dela, que agora estava na procura de um alguém para com ela viver;
     Tinha ela o corpo bem tornedo, era forte, e de uma fisionomia magnífica.
      Concofones, era também um belo rapagão, robusto, surgido que fora, daqueles sargaços, que outrora naquele ambiente foram ali instalados.
       Sou feliz, disse ele, fico a deslumbrar a natureza, vendo na praia aquele movimento das vagas, no seu vai e vem. Cá no íntimo, já é bem difícil conjugar a natureza dessa imagem que ela produz, e meu ser, que quer ser projetado perante o mundo, despertado de um sonho. O meu coração pulsa bem forte, porém longe de ser adaptado a esta mente, ainda em desarilho, somente com impressões inusitadas que só contrariam os meus atos!