sexta-feira, 21 de setembro de 2012

MEU AMANHECER

Acordei-me triste hoje, pensei em ti querida Pois, senti minha cama bem vazia Então, levantei a vista, fiz versos, fiquei a rabiscar Alguma coisa em forma de poesia Na minha mente, tinha algo de formado Como se fosse, qualquer coisa que assim me dizia "Vens me buscar" Então te procurei, senti a mente ofuscar É que eu ali não sabia Que balbuciando, rabiscando tinha comigo uma fantasia Mesmo asssim fiz todo aquele verso Revirei o papel pelo avesso Mas não te encotrei, poisSomente estavas naquela poesia..

A BOLA SETE

I De repente a bola sete Muito fogo, muito confete Um tablado, uma mesa Ai não existe tristeza II Lá fora, muita folia Um palhaço numa mula preta Em regozijo, fazendo careta Segue em desfile, levando alegria III No recinto, uma caçapa Um tablado, um verde sobre a mesa Numa tacada, uma bola escapa Sob um foco de luz bem acesa... IV É carnaval... lá fora alegria e graça O palhaço se movimenta Anima a festa com jaça Logo, todo povo, todo ambiente, esquenta V No recinto, o jogo, o tablado, bolas espalhadas Que dispostas, lado a lado Elas ali bem engajadas Torna o ambiente viciado VI Na festa, uma trombeta O carnaval vai deixando barulho O palhaço arrasta a mula preta Vi deixando para trás aquele entulho... VII É que durante a noite por inteiro Todo restante do local só frieza O taco na penumbra, sobre a mesa Ali fica mergulhado, todo na poeira VIII E no regozijo da festa agora Em todo recinto, a luz fora apagada Puxa... é chegada a madrugada Vai deixando o palhaço todo desconsolado.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O ESPELHO QUEBRADO

I Você espelho, como um vulto Que aparece, e beija esta minha face É como um disfarce Que fica, como masara, bem oculto II Já em minha frente se esconde Torna-se culto, Eu sei, e em absoluto Somente articula, não responde III Perturbado, num fantástico - mundo, Fiquei estático Ao lhe tocar com força caia E, num estardalhaço Toda minha imagem dali sumia IV Como era de vidro, ficou esfacelado Se tornou estilhaço Agora todo aquele espaço, O que restou do traçado Pois, àquela forma,pela qual estava eu envolvido Quebrado é colorido Que sob o sol já se transforma V O que ele era, E a imagem respondia Um simples objeto postado Que, dentro de uma madeira escondido. Ocultava e escondia O meu rosto todo desfeito VI Ele de cada faceta reluzente Agora sob a luz do sol ardente Já é objeto perdido

PENSAMENTOS - A CAPACIDADE

Esta armazenada em nosso tálamo, e envolvida em todo complexo de nosso ser,nos elevara ou no rebaixará ao ponto máximo.Ele que obedientes aos nossos desejos, poderemos fazer tanto o bem como o mal, dependendo de nosso caráter, de nosso projeto de vida.
A FORÇA ESPIRITUAL Quando a força espiritual estiver presente entre nós, la nos indicará o caminho o qual poderemos seguir, para atingirmos nossos objetivos.Ela que oculta em cada um de nós, pode está articulada por uma barreira que nos leva ao exterior, então ela deverá ser desarticulada, e que também devera ser externada, afim de podermos conseguir um espírito honrado e dignificado.
MORTE I Metade de um pensamento, que nos deixa Orquestra que não mais soa, nos nossos ouvidos Riqueza que foi perdida e, Tolhida pelo destino Em apenas sete palmas de largura... Esta metade, foi a vida lograda A orquestra que não mais soa com o mesmo ritmo A riqueza, foi aquilo que nos deixou Sozinhos, tristes, pobre de espírito E, disperso no espaço, teremos que pedir a Deus, Um novo espírito Que irá repercutir Na fé na Sua Altíssima bondade E, um espaço, para assim chegarmos lá, Algum dia.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Sublime é aquele que nasce com o espírito de sentir o que seja a vida. São digo eu: quatro ltrinhas tão sublimes, geradas tão docemente, dentro de um ambiente digno de ser originário, mas sempre sujeitas a aberrações. Primeiro - v- VADIOS, VERMES, VOCIFERANTES, Mas virgens, vates, vivificantes, eis tudo o que possamos ser, só com essa letra. I- Inconscientes, investidores, inusitados, inebientes ou ainda inconstantes. D- Divinos, doidivanas, desajuizados, porém dedicados a tudo que nos diz respeito. A- Agressivos, assassinos, assistentes, amáveis, enfim, Amém.