Regozijo-me quando viajo, seguindo outras pairagens que não sejam estas minhas aqui, como passeios em praias, em outras localidades, enfim, contemplar a natureza.
Quando vou passear, a fantasia na íris já se manifesta. vejo que os meus olhos dançam, com o tiritar dos pássaros, folhas a emitirem sussurros, ao serem açoitadas pelo vento, como ele estivesse dando sua mensagem de boas vindas, e eu acompanho aqueles momentos, alimentando a mente dos afazeres que tinha deixado em casa, para um repouso do espírito.
E os pássaros, com suas belas cores, vão dando uma tonalidade furtiva ao sol, que emite nuanças de cores diversas, parecendo um dia festivo, me fazendo sonhar bastante!
E quando chego a uma fonte de rio, puxa... ou então na praia, vou sentindo aquelas cores exuberantes do sol quando bate nas suas margens, deixando ver a limpidez da água, e os peixes que dançam numa alegria sem fim, a procura de qualquer comida que se joga para eles. E na praia, com aquele aroma de marezia, e o esvoaçar das gaivotas, que descem, e querem muitas vezes bicar nossas cabeças, com seu ar de felicidade, parece portanto que estou em outro mundo. Isso é pois, a fantasia da vida, que nos ajuda a viver mais.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
A RELIGIÃO - A ESSÊENCIA- A HARMONIA- A EXISTÊNCIA.
A fé que acompanha a criatura humana, é uma de suas forças dominantes. É quando a alma está repleta em toda sua essência, e vai consolidando pois, para uma harmonia, tornando tudo isso, sua fonte de existência.
Porém, à margem dessa fé, pode existir uma grande barreira, tornando a essência impenetrável para dentro da alma. Essa suposta fé, não chega ao seu destino, e na pessoa vai sendo criada uma vida a parte, em cima de lamentos e pedidos que se sucedem, sem contudo serem controlados pela alma, que está sobrecarregada de angústia, de arrogância e ganância, a impedindo de atingir a perfeita harmonia, para a continuação de sua existência.
Precisa portanto que este ser, se harmonize com sua vida, com sua alma, para abrir assim, um caminho onde essa força que está lhe impedindo de ser mais feliz,que se traduz em essência, e ela possa atingir seu destino, e torne este Jeremias, livre de seus lamentos e perturbações.
E igual a Jesus, que pedia a quem o quisesse seguir, tinha que deixar pai e mãe, filhos e se desfizesse de todos os seus bens e o seguisse...
Eu aqui digo (como conselho , minha base de apoio), ir se tornando enrijecido de religião, já é a sequência da vida, sem sofrer apego a nada que lhe deixe dividido em suas soluções, e mediante isso tudo, todo problema tem que ser solucionado e desarticulado, porque, a essência é a harmonia de viver sonhando, que pode criar outras fontes de pesquisas, e as conquistar, cativar, sem contudo se absorver de nada, produzindo assim, um fruto de uma plena existência!
Porém, à margem dessa fé, pode existir uma grande barreira, tornando a essência impenetrável para dentro da alma. Essa suposta fé, não chega ao seu destino, e na pessoa vai sendo criada uma vida a parte, em cima de lamentos e pedidos que se sucedem, sem contudo serem controlados pela alma, que está sobrecarregada de angústia, de arrogância e ganância, a impedindo de atingir a perfeita harmonia, para a continuação de sua existência.
Precisa portanto que este ser, se harmonize com sua vida, com sua alma, para abrir assim, um caminho onde essa força que está lhe impedindo de ser mais feliz,que se traduz em essência, e ela possa atingir seu destino, e torne este Jeremias, livre de seus lamentos e perturbações.
E igual a Jesus, que pedia a quem o quisesse seguir, tinha que deixar pai e mãe, filhos e se desfizesse de todos os seus bens e o seguisse...
Eu aqui digo (como conselho , minha base de apoio), ir se tornando enrijecido de religião, já é a sequência da vida, sem sofrer apego a nada que lhe deixe dividido em suas soluções, e mediante isso tudo, todo problema tem que ser solucionado e desarticulado, porque, a essência é a harmonia de viver sonhando, que pode criar outras fontes de pesquisas, e as conquistar, cativar, sem contudo se absorver de nada, produzindo assim, um fruto de uma plena existência!
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
UM SENTIDO, UM MOVIMENTO, - O PRIMEIRO SUSPIRO, - CONVERGÊNCIA- O FIM
Não sei como começar este tema, se tem algum sentido, já passou, ou um movimento, ou então o primeiro suspiro, puxa... Como saber tal fato, se tudo foi a longos anos atrás, antes de eu saber que estava assim, começando a nascer, ou convergindo para um mundo de muitos poréns!
E nesse interim, nada entendia, no entanto notei que o fim era o começo de alguma coisa diferente, pois: se nós morremos é destruída toda matéria, o espírito é quem prospera, vai se infiltrando em outras fontes de vida, em outros meios, vai fazendo sua viagem, conquistando outras paragens...
Assim dou início ao meu manuscrito:
- Era uma vez um pequenino ser vivente, de nome Colimo, com feições humanas, que circulava pelas veredas da vida, em busca de alento. E numa estrada de terra, ele caminhou, com seu jeitinho tristonho, parou e disse de si para consigo: Como conseguir amizade entre pessoas ou outros seres vivos? Colimo estava admirado com tanta coisa, e na volta a caminhar, um besouro parou no seu ombro, zunindo, zunindo, querendo lhe picar. Novamente Colimo parou e começou a alisar suas antenas, e as suas asas que estavam cheias de terra. Então o besouro não mais o feriu, e disse-lhe obrigado pela gentileza de ter me tocado e alisado todo corpo, terás uma vida de agora por diante bem prolongada e ativa. Colimo feliz, sentiu, que o toque lhe alimentou o espírito. Nascia alí o sentido do TATO. e sentindo o aroma do vento, é que lhe deu vontade de degustar alguma coisa. E viu em sua frente uma árvore, repleta de maçãs, que com apetite voraz, comeu várias delas. Estava nascendo o sentido do GOSTO. Mais adiante, na sua caminhada, viu uma linda fada, que estava metamorfoseada, e se transformou em uma linda pomba. E naquele ato tão inusitado, apareceu o terceiro sentido, A VISÃO. . A pombinha de seus arrôlhos, tão suaves, encantando toda área por onde ele andava. Nascia-lhe assim o sentido da AUDIÇÃO. Colimo cada vez mais deslumbrado, por todo aquele local tão diferente, mas com tanta alegria. pela estrada extensa seguiu seu rumo caminhando sem cessar, ouvindo o uivado do vento, e o odor de toda área verde a qual passava! Nascia-lhe assim o último sentido, o do OLFATO.
Restabelecendo todos os sentidos, parou e viu que estava vivo ainda, era assim formado a continuação da sua vida, e o Fim estava bem distante!
E nesse interim, nada entendia, no entanto notei que o fim era o começo de alguma coisa diferente, pois: se nós morremos é destruída toda matéria, o espírito é quem prospera, vai se infiltrando em outras fontes de vida, em outros meios, vai fazendo sua viagem, conquistando outras paragens...
Assim dou início ao meu manuscrito:
- Era uma vez um pequenino ser vivente, de nome Colimo, com feições humanas, que circulava pelas veredas da vida, em busca de alento. E numa estrada de terra, ele caminhou, com seu jeitinho tristonho, parou e disse de si para consigo: Como conseguir amizade entre pessoas ou outros seres vivos? Colimo estava admirado com tanta coisa, e na volta a caminhar, um besouro parou no seu ombro, zunindo, zunindo, querendo lhe picar. Novamente Colimo parou e começou a alisar suas antenas, e as suas asas que estavam cheias de terra. Então o besouro não mais o feriu, e disse-lhe obrigado pela gentileza de ter me tocado e alisado todo corpo, terás uma vida de agora por diante bem prolongada e ativa. Colimo feliz, sentiu, que o toque lhe alimentou o espírito. Nascia alí o sentido do TATO. e sentindo o aroma do vento, é que lhe deu vontade de degustar alguma coisa. E viu em sua frente uma árvore, repleta de maçãs, que com apetite voraz, comeu várias delas. Estava nascendo o sentido do GOSTO. Mais adiante, na sua caminhada, viu uma linda fada, que estava metamorfoseada, e se transformou em uma linda pomba. E naquele ato tão inusitado, apareceu o terceiro sentido, A VISÃO. . A pombinha de seus arrôlhos, tão suaves, encantando toda área por onde ele andava. Nascia-lhe assim o sentido da AUDIÇÃO. Colimo cada vez mais deslumbrado, por todo aquele local tão diferente, mas com tanta alegria. pela estrada extensa seguiu seu rumo caminhando sem cessar, ouvindo o uivado do vento, e o odor de toda área verde a qual passava! Nascia-lhe assim o último sentido, o do OLFATO.
Restabelecendo todos os sentidos, parou e viu que estava vivo ainda, era assim formado a continuação da sua vida, e o Fim estava bem distante!
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