quarta-feira, 3 de outubro de 2012

ÀS VEZES...

I Às vezes minha alma grita É estranha lembrança ao acaso Às vezes, de tão fortuita, já está eliminada. Outras vezes é projetada ... II às vezes esse meu grito, explode É a eterna carência de amores Às vezes ele implode Outras vezes,é recorde De todos esses penhores...

EU ARTESÃO...

No princípio... Eis que me surgiu uma ideia Magnífico não, pensar assim! Porém a força do destno Obrigava-me a ser um menino Assim... começo o meu cérebro insultar Notei que, toda minha massa encefálica que de mim se desprendia Era assim, tão brilhante, metálica Então fui desenhando, sem consultar E, sem observar meus atos Descobri que, como artesão Teria que rabiscar, sem cessar Nem ver a hora passar Martelando esta ilusão Ela é que, me fustiga de fato...

O ARTISTA, O ANCIÃO, O POETA

I Lá vem o artista... De vontade, ele sente sede Assim vai seguindo a pista Logo na tela, a sua rede Ele com vontade, alí pinta Vai elaborando cada espaço, mede Com pinceladas de tinta II Com alguns borrifos na tela, entra O poeta, que então se excita Com seu pensamento, se concenta E assim ele penetra E se inspira, na musa mais bonita... III ...no camnho, se precipita, joga tudo para o ancião Este por tudo que vê e ouve, medita Para o alto então, se agita Por cada estrofe de sua canção... IV O artista, com o coração Sente o impulso, com a cor da tinta Na força que o poeta se agita Com aquele anceio de emoção No fôlego com satisfação Por todo trabalho de quem pinta.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A FELICIDADE DE SER LIVRE

O que nos espera a vida Ao amanhecer do da, Primeiros contatos E, de forma erguida, acordar Sentir o aroma Do dia- o aroma Todo o palpitar De nossos pulsos, dá asas A alegria Cantar Donde cada um com seu estilo de vida De toda humanidade, a harmonia Um objetivo, o viver... O comer Sentir euforia Alguns vivendo livres, agradáveis Outros não podendo desfrutar Da felicidae de ser livre

NA TERRA FRIA

I De uma luz, surgiu a vida E que de tão alegre, sorrindo Vivemos nela, por um fio... II É igual a uma vela, fluindo Ela clareia, de tão límpida, Vi seguindo Se derretendo, por um simples pavio III É como a vida, um instante O esteio, o calmante Vindo do ar que se respira IV É como se fosse a vela, um fluído Que apenas clareia, sem deixar ruído E, na tumba fria expira...