Relatos de um alguém que submergiu nas águas imponentes, mas, emergiu e vive um novo
alvorescer.
Eis a historia:
Perto dos olhos e longe do coração, são imagens que podem serem infiltradas no âmago.
Ver tudo, abafar em sonhos, pensar, mas ser dispensado , sentir, fustigar o espírito, projetar imagens, propor aptidões.
Penetrou aquele ser, cujo nome tão confuso, puxa, até o nome é difícil de ser pronunciado, vejam só: Concofones.
Mas assim mesmo, esse personagem dos mares, parou num montículo de sargaços, onde ele foi ali se mesclando, tomando as cores vede e parda como aqueles seres vegetais.
Uma vez na praia, uma criança passou e pisou nesses sargaços. Eu, disse Melita, vou embelezar todo o meu aquário, onde lá vivem peixinhos coloridos, edrinhas
irisantes, todas ali dando um brilhantismo ao ambiente.
Melita tornou-se adulta,
Ela assim cresceu , seus sargaços e seu aquário, que possuia, já não existem mais.
Porém aqueles sargaços ficaram alimentando s mente dela, que agora estava na procura de um alguém para com ela viver;
Tinha ela o corpo bem tornedo, era forte, e de uma fisionomia magnífica.
Concofones, era também um belo rapagão, robusto, surgido que fora, daqueles sargaços, que outrora naquele ambiente foram ali instalados.
Sou feliz, disse ele, fico a deslumbrar a natureza, vendo na praia aquele movimento das vagas, no seu vai e vem. Cá no íntimo, já é bem difícil conjugar a natureza dessa imagem que ela produz, e meu ser, que quer ser projetado perante o mundo, despertado de um sonho. O meu coração pulsa bem forte, porém longe de ser adaptado a esta mente, ainda em desarilho, somente com impressões inusitadas que só contrariam os meus atos!
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