Não sei como começar este tema, se tem algum sentido, já passou, ou um movimento, ou então o primeiro suspiro, puxa... Como saber tal fato, se tudo foi a longos anos atrás, antes de eu saber que estava assim, começando a nascer, ou convergindo para um mundo de muitos poréns!
E nesse interim, nada entendia, no entanto notei que o fim era o começo de alguma coisa diferente, pois: se nós morremos é destruída toda matéria, o espírito é quem prospera, vai se infiltrando em outras fontes de vida, em outros meios, vai fazendo sua viagem, conquistando outras paragens...
Assim dou início ao meu manuscrito:
- Era uma vez um pequenino ser vivente, de nome Colimo, com feições humanas, que circulava pelas veredas da vida, em busca de alento. E numa estrada de terra, ele caminhou, com seu jeitinho tristonho, parou e disse de si para consigo: Como conseguir amizade entre pessoas ou outros seres vivos? Colimo estava admirado com tanta coisa, e na volta a caminhar, um besouro parou no seu ombro, zunindo, zunindo, querendo lhe picar. Novamente Colimo parou e começou a alisar suas antenas, e as suas asas que estavam cheias de terra. Então o besouro não mais o feriu, e disse-lhe obrigado pela gentileza de ter me tocado e alisado todo corpo, terás uma vida de agora por diante bem prolongada e ativa. Colimo feliz, sentiu, que o toque lhe alimentou o espírito. Nascia alí o sentido do TATO. e sentindo o aroma do vento, é que lhe deu vontade de degustar alguma coisa. E viu em sua frente uma árvore, repleta de maçãs, que com apetite voraz, comeu várias delas. Estava nascendo o sentido do GOSTO. Mais adiante, na sua caminhada, viu uma linda fada, que estava metamorfoseada, e se transformou em uma linda pomba. E naquele ato tão inusitado, apareceu o terceiro sentido, A VISÃO. . A pombinha de seus arrôlhos, tão suaves, encantando toda área por onde ele andava. Nascia-lhe assim o sentido da AUDIÇÃO. Colimo cada vez mais deslumbrado, por todo aquele local tão diferente, mas com tanta alegria. pela estrada extensa seguiu seu rumo caminhando sem cessar, ouvindo o uivado do vento, e o odor de toda área verde a qual passava! Nascia-lhe assim o último sentido, o do OLFATO.
Restabelecendo todos os sentidos, parou e viu que estava vivo ainda, era assim formado a continuação da sua vida, e o Fim estava bem distante!
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Feliz é aquele que sabe usar o tempo para admirar a natureza, a brincar com o próprio tempo, sem medo de nada, porque somo hoje, amanhã quem sabe, um simples bolo de terra que o vento levou e foi cair num terreno florido. dando continuidade aquelas plantas ali nascidas...
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